O que rolou no Agile Trends 2015

Cobertura por Breno Campos e Diego Lisbôa.

Nos dias 24 e 25 de abril, ocorreu, em São Paulo, a terceira edição do Agile Trends, que é um evento cuja proposta é empurrar os limites da agilidade trazendo temas modernos e apontando novas tendências da indústria de desenvolvimento de software. A Caravana da Comunidade Tá Safo esteve presente mais uma vez com membros atuando no Comitê Organizador do evento (Diego Lisbôa e Breno Campos) e no time de voluntários (Jhonne Nunes) sem falar de alguns conterrâneos que estavam presentes no evento, como Ademir José e Manoel Pimentel. O objetivo deste post é mostrar um pouco da experiência que os membros da caravana tiveram do evento.

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SSL, heróis, nuvens, pandas e dragões

Desenvolvido pela saudosa Netscape, o protocolo SSL/TLS nos fornece segurança na web. Mesmo tendo a NSA fuçando tudo o que fazemos, vale muito a pena investir no uso dele. O danado já nos deu uma tremenda dor de cabeça um tempo atrás, mas parece que agora estamos navegando em águas tranquilas. Em paralelo ao enterro do SPDY e o nascimento, das cinzas, do HTTP/2, a W3C, o Google e a Mozilla já estão nos alertando, há um bom tempo, sobre a virada de chave do HTTP para o HTTPS. Já está mais que na hora de atualizarmos nossas aplicações web.

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Extended Belém e as novidades do Google I/O 2015

Aconteceu ontem (dia 28), direto da sede em Moutain View o Google I/O 2015, o evento anual da empresa focado no desenvolvimento de aplicações para os seus sistemas operacionais, especialmente o Android, além da apresentação de novos produtos, como smartphones e tablets. E não faltaram momentos em que a plateia fez o seu “uuuuuhhhh” a cada novidade apresentada.

Foto da plateia presente ao evento

Plateia do #io15bel

E como não poderíamos ficar de fora de um evento como esse, aconteceu o 1º I/O Extendend realizado em Belém City. O Google Developers Group de Belém, ou apenas GDG Belém, organizou, em parceria com algumas empresas e entidades, o 1º Extended dessas bandas, transmitindo a Keynote oficial para um público aficionado por Google, tecnologia, desenvolvimento, Android e por aí vai…

Juntando developers de longa data com iniciantes e curiosos que nunca escreveram uma linha de código, o evento cumpriu seu papel deixando todos ligados e ansiosos com as novidades. E por falar nelas… Veja a seguir o que tem de bom chegando. Continuar lendo

Alguns pontos sobre estimativas

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Falar sobre estimativas sempre gera polêmica. Já há algum tempo uma hashtag no twitter vem causado burburinho. #noEstimates vai além do não uso de estimativas, mas sim de se trabalhar com uma deadline com qualidade. Dizer que não é possível estimar software pode parecer radical demais. O fato é que uma hora ou outra precisaremos estimar. Mas devemos ter plena consciência de que estimativas são chutes e algumas vezes, grosseiros. Então existe sim, uma deficiência no uso de estimativas em software.

Mais uma vez, tenho que pôr a culpa no scrum que nos fornece os benditos Story Points (veio do XP, mas o Scrum popularizou), uma unidade de medida obscura e que muitos não entendem direito pra que serve.

Chegou o momento de começarmos a nos questionar sobre isso. Medir velocidade não faz sentido.

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TáSafoDev 1.15

No dia 11 de abril foi realizada no HUB 728 Coworking a primeira edição do TáSafoDev nomeado com 1.15, a primeira edição de 2015. Um sábado de muito aprendizado, interação e muito código!

O TáSafoDev é um evento voltado para programadores, curiosos por desenvolvimento de software e principalmente pra quem quer aprender como funciona o dia de desenvolvimento ágil.

IMG_20150411_102030O dia começa com a configuração dos ambientes e um overview das técnicas, linguagens e de como iria funcionar o dia. Nessa primeira edição foi escolhida a aplicação Bizusafo para todos trabalharem.

O projeto do Bizusafo está no repositório do Github do Tá Safo e lá estão várias issues cadastradas pelos membros da própria comunidade. Antes de iniciar os ciclos de desenvolvimento foi realizada uma reunião de planejamento, atualizando o Backlog (lista de issues cadastradas) e priorizando as issues consideradas mais importantes, com o maior ROI (Return of Investment). Após a lista atualizada e priorizada todos discutiram a respeito de cada uma delas para entender melhor o que seria feito.

A partir do planejamento realizado foi feita a divisão dos Times sendo um de Android e outro de Ruby e Rails, e em seguida as primeiras duplas foram formadas. Todo o fluxo de desenvolvimento foi seguindo o Git Flow, então após cada incremento de software finalizado era realizado um pull request e esse era revisado pelos outros membros do Time em uma sessão de code review.

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