CoreML: Deep Learning embarcada – e em tempo real – no seu iPhone

Você que já conhece sobre este tema, talvez tenha achado o título bastante otimista. Bem, essa é a idéia! Para você que gostaria de entender mais sobre o assunto, seja muito bem vindo e qualquer dúvida fique à vontade para entrar em contato comigo, pelos comentários.

Captura e identificação de objetos usando o modelo MobileNets

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Agile Brazil 2017, na prática

Com alguns percalços, falta de apoio de empresas dos setores público e privado, momento de crise político-econômica, a AB17 foi entregue, Deus quis! Para quem participou da organização sabe que não foi nada fácil, na verdade nunca é. Quem subiu naquele palco, no encerramento do evento, os aplausos foram mais que merecidos.

Já se vão dez anos de Tá Safo!, um grupo criado por uma grande mulher e professora e que hoje agrega tanta gente boa. Costumo dizer que apenas juntamos pessoas, tudo ocorre de maneira orgânica e empírica na realização de nossos eventos. Cada membro da organização da AB17, com sua ponta de contribuição, fez com que o evento fosse realizado. Já trouxemos vários eventos de fora, mas a AB17 exigiu mais.

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Sou!

Sou do açaí, sou do cupuaçú
Sou do tucupí, sou do jambú

Sou branca, sou preto
Sou amarela, sou vermelho

Sou homem, sou mulher
Sou do gênero que eu quiser

Sou do calor, sou do frio
Sou do asfalto, sou do rio

Sou da feira imunda
Sou da chuva que refresca e inunda

Acriano, alagoano, amapaense
Amazonense, baiano, cearense

Capixaba, goiano, maranhense
Mato-grossense, mineiro, sul-mato-grossense

Paraense, paraibano, paranaense
Piauiense, pernambucano, fluminense

Potiguar, gaúcho, brasiliense
Roraimense, paulista, catarinense

Tocantinense, sergipano, rondoniano
Sou americano!

Não importa onde nasci, não importa de onde eu vim
Sou de Belém, sou do Pará, sou do Brasil!

Inspirado nas amizades que mantenho e faço
Com grande amor pelo nosso querido Tá safo!

Foi o meu olhar, a minha leitura de três dias intensos da Agile Brazil 2017

Kotlin: Parte I – A nova linguagem para desenvolvimento Android

No dia 17 de Maio, durante o keynote do I/O 2017 – o maior evento onde a Google apresenta as novidades dos seus produtos, plataformas e serviços – foi anunciada uma excelente surpresa para nós androiders: Kotlin será oficialmente a nova linguagem de desenvolvimento Android.

Mas porque a Google adotou essa estratégia com uma linguagem que tem apenas 6 anos de idade em detrimento de Java, que existe há várias gerações? Ainda vai ser possível desenvolver apps Android em Java? Qual explicação para essa meteórica ascensão de Kotlin?

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Utilizando o Open Street Map em seus projetos

Em capítulos anteriores, falei um pouco do uso de aplicações fora do mainstream. Tem um danado que preciso falar um pouco mais, o Open Street Map (OSM). Já tinha ouvido falar de várias incursões do povo para mapear locais à pé, de bicicleta e barco para alimentá-lo. É uma plataforma robusta e séria para websites, aplicativos móveis e dispositivos de hardware, apoiada por instituições e empresas ao redor do mundo. Exemplos grandes de uso são Apple e Flikr e o aplicativo de mobilidade urbana Moovit. O @willianpaixao me deu o papo que o Uber utiliza o serviço como data provider.

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Tá safo! no TEDxCESUPA

No dia 8 de Abril de 2017 aconteceu o TEDxCESUPA com a temática Coexistir. O evento realizado na manhã e tarde de sábado no Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA), localizado na Governador José Malcher – Nazaré – Belém – PA, teve como objetivo, assim como o intuito da criação do TEDx, divulgar e ajudar comunidades, organizações e indivíduos a estimularem conversas e conexões através de experiências.

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Comunidade é mais importante que visibilidade

Desde cedo aprendi que saber inglês era importante na minha carreira de computação. Melhores livros, blogs, maior variedade de canais no YouTube, até documentação oficial; conhecemos o inglês como a língua universal. Depois de um tempo tornou-se orgânico, falar termos e expressões, escrever notas pessoais e em algum ponto deixei de produzir conteúdo em português. Eu que participava de grupos de tradução e localização, traduzindo manuais do Debian em 2005, passei a escrever em inglês pela visibilidade.

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