#safaDojo com Go

Aconteceu no último dia 8 de setembro na faculdade Faci/DeVry mais uma edição do #SafaDojo, dinâmica de programação para aprendizado de novas linguagens por meio de desafios e uso das boas práticas como TDD, pair programming e baby steps.

Entre 20h30 e 22h00, 16 alunos da turma de tópicos especiais em linguagens de programação (sendo 4 mulheres, ou 25% do total) puderam praticar e dar os primeiros passos na linguagem de programação Go, lançada pelo Google em 2009 e cuja demanda por profissionais vem se intensificado cada vez mais.

Depois de uma breve contextualização sobre o funcionamento do coding dojo, sob inspiração de reports semelhantes, foi proposto o problema da distribuição de mictórios.  Para ajudar com o básico da linguagem, um exemplo de código em Go também foi apresentado.  Conforme as pessoas se revezavam na programação, oportunamente eram esclarecidos conceitos da linguagem, permitindo-se avançar aos poucos na direção da solução do problema.

Foram utilizados projetor, quadro magnético, notebook com Ubuntu Linux com compilador Go previamente instalado e configurado e editor de código Geany.

Ao final, após uma brevíssima retrospectiva junto à plateia, os seguintes pontos foram destacados:

Positivos
+ Go: uso de linguagem que é novidade
+ dinâmica interessante
+ infraestrutura
+ exemplo de código ajudou

Negativo
– papeis de piloto e co-piloto não ficaram muito claros
– falta de familiaridade
– mensagens de erro pouco claras
– horário apertado
– faltou pizza 😦
– pessoas ainda muito tímidas

Agradecimentos à nossa parceira Faculdade Faci/DeVry, ao coordenador do curso, professor Iranildo Encarnação e todos os demais colaboradores pelo apoio.

Fotos disponíveis na página do evento no Google+.

Até a próxima!

UPDATE: Os slides de apoio utilizados estão disponíveis.

#PapoSafo com Marcelo Andrade

Tá safo want you!

We want you!

Ei, você!  Você que não tirou férias e ficou em Belém no mês de veraneio e está cansado de ir de casa para o trabalho todo dia…  Está a fim de trocar conhecimentos e bater um papo legal sobre tecnologia, eventos, mercado de trabalho e coisas do tipo?

Vem com a gente pra um #PapoSafo na próxima terça-feira 21, a partir das 19h00, na Domino’s Pizza.

Além de experimentar uma das melhores pizzas de Belém pela metade do preço O.o, Marcelo Andrade convida você a vir exercitar seu networking e trocar ideias sobre qualquer assunto, pra todo mundo poder conversar e fazer amigos.  Quem sabe daí não surgem as novidades que vão bombar o cenário de TI por aqui, logo, logo?

Todos os interessados convidados. Até lá!

O fracasso da Seleção Brasileira sob a ótica de métodos ágeis

Neste último sábado, o Chile bateu a Argentina nos pênaltis (chupa, Messi!) e conquistou o título da Copa América em casa.  Mas gostaríamos de falar um pouco sobre outro jogo também decidido nos pênaltis e em que a Seleção Brasileira foi eliminada da competição, e tentar fazer uma análise do que aconteceu desde então.

Jogadores da Seleção após derrota nos pênaltis para o Paraguai

As práticas ágeis na sua equipe poderiam ser aplicadas na Seleção? (Foto: Leo Correa/Mowa Press, em Carta Capital)

Claro que aqui não somos comentaristas esportivos nem temos a pretensão de ser.  Mas, usando um termo comum do jargão da área de tecnologia, é certo que vários de nós somos stakeholders do futebol brasileiro e, como quase todo brasileiro, também temos o direito de dar pitaco no que tem acontecido com nosso futebol, especialmente últimos anos.

Ainda que não sejamos especialistas em futebol, tal como os atuais jogadores da Seleção, muitos de nós já participamos de projetos que foram sucesso e que já fracassaram.  E como todos desenvolvedores com alguma experiência participando de retrospectivas, podemos ter algumas opiniões formadas ao longo do tempo sobre coisas que funcionam e coisas que não funcionam em nossas equipes.

E é sob essa ótica que queremos analisar os erros que muitos especialistas comentam que têm ocorrido no futebol brasileiro, às vésperas do aniversário do fatídico 7 a 1.  Vamos lá!? Continuar lendo

Diário de um projeto: PCMobile

Dando sequência à série “Diário de um projeto”, apresentamos agora a história do primeiro aplicativo Android criado pela Comunidade Tá safo: o Palestras Coletivas Mobile, ou simplesmente PCMobile.

PCMobile é o cliente móvel para a plataforma Palestras Coletivas. O objetivo do projeto é trazer o usuário informado sobre as atualizações de eventos de tecnologia, palestras e workshops que estejam acontecendo na cidade, divulgadas pelo site Palestras Coletivas.

Tela do Palestras Coletivas Mobile

Palestras Coletivas Mobile no Google Play

Motivação histórica

Muito além de buscar ser uma solução para um problema real, todo o esforço de criação da plataforma Palestras Coletivas e abertura de seu código-fonte também representou uma injeção de ânimo e uma motivação para resgate do espírito de colaboração mútua e compartilhamento de conhecimento que era comum nos primórdios da comunidade Tá safo.

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Diário de um projeto: Palestras Coletivas

Você algumas vezes já sentiu estar fazendo algumas coisas no automático, sem saber exatamente porque você as faz?

O Tá safo inicia aqui uma nova série de artigos sobre os projetos da comunidade para apresentar como e porque eles surgiram, as discussões que motivam suas evoluções e os detalhes técnicos que podem balizar como os mesmo estão evoluindo.  Neste primeiro artigo, apresentamos o Palestras Coletivas.

O Palestras Coletivas é a plataforma online para marcação e divulgação de eventos relacionados à tecnologia em geral do Tá safo!

Homepage do Palestras Coletivas

Palestras Coletivas

Motivação histórica

Para entender um pouco melhor o contexto da criação do Palestras Coletivas é necessário compreender brevemente um pouco da própria história do Tá safo!

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Excelência na programação! Um relato do #HackathonCD

Capa de jornal falsa com a manchete "Hackers invadem o Congresso"Hackers invadem o Congresso Nacional!!!

Com o objetivo de democratizar o acesso a informações sobre as políticas de governo e a atuação dos parlamentares, a Câmara dos Deputados promoveu nesta última semana de outubro seu primeiro Hackathon.

Tendo como insumo uma grande gama de dados brutos disponibilizados no portal Dados Abertos, nerds de várias partes do país atenderam ao edital da Maratona Hacker promovida pelo legislativo federal e submeteram propostas de aplicações das mais interessantes.  Durante quatro dias, cerca de cinquenta pessoas estiveram na capital federal, com despesas de hospedagem e alimentação pagas pela organização do evento, desfrutando de boa infraestrutura para codificar suas boas ideias e tirá-las papel.

De coisas tão diversas quanto o cruzamento de gastos parlamentares com o cadastro de empresas inidôneas da Receita Federal à análise léxica dos discursos que os deputados proferem versus aquilo em que eles efetivamente votam, muita informação útil pôde ser gerada.

Logo da maratona hacker da Câmara dos DeputadosÓ Pará!  Quanto orgulha ser filho!

Como não poderia deixa de ser, vários paraenses estiveram lá marcando presença.  Só de Belém saíram dois dos vinte e seis projetos aceitos.

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Troca de experiências #TáSafoEmAção e TecnoTalks

No final de junho, durante o AgileBrazil, tive a oportunidade de assistir a interessante relato de experiência de Rafael Prickladinicki e Jorge Audy sobre os TecnoTalks, espécies de mini-eventos com foco específico e promovidos com frequência (soou familiar?) sob iniciativa original do público da TecnoPUC.

Na palestra, entre outras coisas, Jorge e Rafael mostraram seus pontos de vista de como foi a evolução dos TecnoTalks.  Falaram, por exemplo, da inquietação que sentiam quando para os eventos ao longo do tempo participavam sempre as mesmas pessoas, algo que sempre foi uma de nossas principais preocupações.

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